Reflexão filosófica poderosa sobre o drama ético da
existência. O protagonista não é um sujeito bom, mas apático, burocrático. Ele
é insensível, mas busca a sensibilidade de modo desajeitado. Ele é provocado em
termos éticos e morais, mas suas reações são condizentes com sua atuação
profissional. Ora, ele é apenas um gerente e não quer se comprometer com os
dramas dos outros. O filme discute o caráter comercial da religião (faça boas
ações e terá recompensa; os pecados serão debitados em sua conta) e sugere um
pesadelo existencial extremamente provocativo. E mais uma vez, faz pensar sobre
a violência das indústrias culturais: essa é uma produção da estônia, finlândia
e suécia que nunca seria capaz de concorrer com Hollywood, apesar de estar há
mil anos luz em termos de provocações emocionais. Não é filme que se vê em
cinemas. O que é uma lástima. Ainda bem que existe o Making Off.org!
Imdb
Püha Tõnu kiusamine(2009)
A mid-level manager who develops an aversion to being "good" finds himself confronting the mysteries of middle-age and morality as he loses grasp of what was once his quiet life.

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