Prometi a mim mesmo assistir a filmografia do Bergman ainda em 2013, começando do primeiro e percorrendo cada filme em ordem cronológica para analisar o seu amadurecimento. Ele é talvez o cineasta que mergulhou mais fundo nas ambiguidades mais profundas da alma humana. Bergman escava as emoções sem piedade, até os limites do inconsciente. Ele é um desses artistas indispensáveis para pensar e sentir as inquietações que fervilham na condição humana.
Nesse filme do jovem Bergman é muito interessante notar os sinais da grade obra que ele viria a realizar: a coragem e a culpa, a liberdade e a ilusão, a rebeldia e a submissão parecem ser lados do mesmo jogo de dados na vida. Belo começo, ainda cru, mas já inspirador.
Kris (1946)
A small-town piano teacher is shocked by the arrival of her foster daughter's real mother, whose young lover soon follows and causes further disruption.
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